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335. SHALOM. 30.11.2020 335

– Não. – A gente matou ele. É só a porra de um anel, cara. – Nós não o matamos, trouxemos o julgamento até ele. É diferente. – Belê. Não tem que parecer assalto? – Carteira e os sapatos. A polícia vai procurar por alguém com o mesmo número. O relógio não é original, só perceberão ao tentar vender. Merda! Não era pra terminar assim… – Coé, Ricardinho, esse relógio parece caro… – Sim. – …tá! Quem nasceu cheio da grana foi você, então, deve saber a diferença. – Vamos… “Shalom…” – Falou comigo? – Sim. Engata a primeira, temos 15 minutos. Ainda não acabamos.