Os sumérios, os babilônicos, os egípcios, hebreus, fenícios, e, no ocidente, os gregos, começaram o interessante trabalho no desenvolvimento do alfabeto. No tocante à questão da língua portuguesa, talquêi, temos aí um circuito divisório no quesito pretônico e harmonização vocálica, do latim vulgar; E num movimento de divisão silábica, independência! Saímos da boca de Matilde, essas portuguesas… nos tornamos um não dialeto. Vernáculo primo do espanhol, taí nossa verve dramática. Os latinos de Roma estão em outros lugares, que não nas Américas, que estigma! – olha que palavra bonita. O mundo está coberto de Almodóvares. Linda é a origem trovadoresca, melódica, que fizeram com que reis mantivessem essa forma de dizer. Eu falo brasileiro. Bê, érri, á, BRA. Depois de tanta poeira, tanto sertão e sol na moleira me recuso a dizer “Bowl”. Serei para sempre Cumbuca. Clarice que era sabida escolheu a nossa língua para se esparramar – é porque o brasileiro não abre muito o livro, alguma coisa com a ditadura, mas os estrangeiros saboreiam nossos verbetes como se caíssem maduras e deliciosas castanhas sobre suas cabeças. Um bacanal estupendo! Língua para todo lado. “Homeoffice”, tá amarrado. Eu chamo de trabalhando pelado.
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ATAVISMOS CUMBUCA. 30.07.2020
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