O clarão se abriu no metrô. A pandemia alçou todos os serviços não essenciais, um vagão apenas de heróis. A identidade secreta guardada na memória. Um conhecia a boca do outro. Faltava o toque, um sabor. Agora, mais pertos, agora impossível. Os dias se passaram, as agendas alternaram. Ele, nunca mais. Coragem, minha filha, coragem. Um homem é um mistério! Um homem é um ensaio de uma ideia. Um homem não é nada demais.
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PAROU. 17.11.2020
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