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289. PARA A PROFESSORA QUEIJO. 15.10.2020 289

Anualmente, no mês de maio, os ingleses arremessam um queijo colina abaixo e em seguida correm para alcançar a bola de leite fermentado. Vou traduzir a frase do Inglês Britânico para o Português Brasileiro: “Todos os meses, os alunos são arremessados aos professores, que, em seguida, correm para salvá-los”. Se você nunca viu um vídeo como esse, de gente inglesa tropicando morro abaixo – ralando cotovelos, joelhos e quicando -, eu digo que é divertido. Se você nunca entrou numa sala de aula atualmente, eu digo que talvez sirva menos aos propósitos do entretenimento. Este blog sobre escrita, no dia do professor, com um licenciando de Letras como facilitador, não pode deixar de mencionar o importante trabalho de Paulo Freire (Pedagogia do Oprimido, 1968) para a educação no Brasil – e o que poderia ter sido um avanço em 1963, quando João Goulart (Jango), então presidente, o convidou para criar um plano nacional de alfabetização. Em 1964, tudo acabou em pizza, com muito queijo por cima. Ele exilado e aquela geração relegada ao tecnicismo. O propósito do Fio não é outro, senão o de incentivar você, que pensa que não tem o suficiente para começar a escrever, a escrever! Faça com o que tiver na sua “caixa de ferramentas” particular. Use os verbos que aprendeu. Reúna as palavras que você sabe agora, e tenha aqui, nas linhas do blog, um incentivo para conseguir mais. Se você gosta de gatos, fale sobre isso. História? Manda ver! Persista. Todos os dias nossos professores correm atrás de queijos rechonchudinhos, com tanto estímulo externo e pouco incentivo no currículo escolar. Se eles não desistem, quem somos nós, não é mesmo? Viva o professor! Viva o Brasil, a Inglaterra! Viva os humanos e suas necessidades particulares, sem competição intelectual. OFF: essa música vai te ajudar a entender que só você é você, e isso é fascinante para quem não é… você. Ocorreu um erro. Não é possível executar o JavaScript.