Paro. Me resta palavra para quando abra boca não me calo na língua de trapaçará. Corro. Quase morro de vontade quando vejo que é verdade. Volto pavor. Passo que a coragem pede jaca mole o nervoso embrazado nem semeio da moita saio. Banana. “Soul”. Digo que não sei sim. Posso. Quem nunca? Eu. Jamais. Afora o nervoso. Queda. Aí de mim. Patarabadá. Pá.
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FMFB2 FORA DENTRO. 01.06.2020
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