É uma coisa peculiar essa de trocar ideias entre si. E quando o papo não alcança o concreto, vai-se pelo fio. As ondas vibram, rebatem, os sinais são recebidos. Eu não defendo um Paulo Coelho, mas defendo, com palavras, o direito ao gosto pela leitura do próprio. O texto está em tudo, tudo é texto. E LIBRAS não é linguagem, é língua. Tem estrutura e visão de mundo. Que bom que a força da mensagem vence a barreira do som, do visual, do toque banal. Se é preciso contar a história de hoje, que tratem a literatura como ela merece: princesa Leia. Comece. De Anchieta a Euclides se chega ao hoje. A matéria da literatura é o tempo. E isso, agora mesmo, temos de sobra. Comece encontrando palavras, de ordem. Vamos recontar nossas próprias histórias. Já é hora.
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FMFB16 CONVERSA. 16.06.2020
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